COLORIR PENSAMENTOS

HS SPECIALIST

CONSULTORA DE RH – CAPITAL HUMANO

FORMADORA DE COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

BUSINESS E LIFE COACH

“Ajudo as pessoas a colorir pensamentos”

Identifico-me como uma pessoa dinâmica, criativa, fascinada pelo comportamento humano, apaixonada pela vida, pela procura da felicidade, bem-estar e realização pessoal e profissional.

Com uma visão aberta e criativa identifico, avalio e desenvolvo o talento e as competências individuais, de equipa e das organizações, para que se tornem maisconscientes,eficientese felizes,atingindo os resultados desejados e realizando-se plenamente na vida pessoal e profissional.

O meu propósito é facilitar mudanças positivas e duradouras.

‎"Se um dia tiver que escolher entre o Mundo e o Amor, lembre-se: Se escolher o Mundo ficará sem Amor, mas se você escolher o Amor, com ele conquistará o Mundo" - Albert Einstein

Mostrar mensagens com a etiqueta Paternidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Paternidade. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015






40 COISAS QUE GOSTAVA DE ENSINAR AOS MEUS FILHOS

http://eumae.pt/pt/post/mae/012409.cronicas.de.uma.mae.divorciada...40.coisas.que.gostava.de.ensinar.aos.meus.filhos

Por Kiki

. Sorriam sempre!
. Nunca se deixem levar pela opinião dos outros. Construam sempre a vossa.
. Lutem pelos vossos sonhos!
. Sejam honestos.
. Durmam de consciência tranquila.
. Mesmo que estejam com pressa, parem para ajudar alguém que precise.
. Não deixem para amanhã o que podem fazer hoje.
. A vida faz-nos engolir alguns sapos.
. Lembrem-se que o copo está sempre meio cheio.
. Peçam desculpa sempre que necessário.
. Digam sempre obrigada!
. Abracem as pessoas de quem gostam e digam-lhes que gostam delas!
. Nunca tratem mal nenhuma pessoa! Nem nenhum animal!
. Respeitem sempre os mais velhos e oiçam o que eles dizem. Às vezes é uma seca, mas eles já lá chegaram e vocês não!
. Não saiam de casa sem, pelo menos, um copo de leite bebido e umas bolachas para o caminho!
. Comam pelo menos uma peça de fruta por dia!
. As regras de trânsito não foram escritas ao acaso... Cumpram-nas!
. A liberdade não chega com a vida adulta! Acaba! Aproveitem ao máximo a infância e a juventude!!!
. Cada pessoa tem direito a uma opinião. Defendam a vossa respeitando a do outro. 
. Vejam muitos desenhos animados, em pijama, de manhã, deitados no sofá! (Vão ter tantas saudades quando crescerem!)
. Sejam sempre amigos um do outro, no matter what! Irmãos são amigos de sangue!
. Couve flor é horrível, mas se for em puré, é bom! Tudo na vida depende da nossa perspectiva!
. Dancem sem vergonha. 
. Riam com prazer. 
. Sejam sempre gratos e felizes pelo que a vida vos trouxer!
. Lembrem-se que, perante uma adversidade, o dia seguinte é sempre melhor!
. Nunca tomem decisões quando estiverem irritados ou demasiado felizes! 
. Os amigos são irmãos que podemos escolher, cuidem bem dos vossos!
. Uma boa gargalhada faz bem à saúde! 
. Usem sempre preservativo!
. Sejam os primeiros a rir de vocês próprios!
. Casem com alguém que vos faça rir e que ria com vocês também!
. Não comprem peixe à 2ª feira. 
. Leiam o maior número de livros que conseguirem. 
. Se alguém tentar deitar-vos ao chão, lembrem-se que, provavelmente, essa pessoa só precisa de atenção! Dêem-lhe um abraço e mandem-na embora!
. Ajudem as pessoas a levantarem-se, mas não permitam que elas trepem por vocês acima.
. Seja qual for a profissão que escolherem, sejam felizes com o que fizerem. 
. O número das emergências é o 112. 
. O céu é o limite e vocês são capazes de ir ainda mais longe! Sejam ambiciosos.
. As pessoas que mais gostam de vocês em todo o universo e para sempre sou eu e o vosso pai!!!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015




  1. TODOS os alunos estavam trabalhando na tarefa de fazer uma lista de “não consigos”. A professora foi percorrendo a sala e lendo alguns: “Não consigo fazer divisões longas com mais de três números”. “Não consigo estudar números”. “Não consigo estudar muito tempo”. “Não consigo fazer dez flexões”. Quando todos os alunos acabaram, a professora colocou todos os “não consigos” numa caixa, incluindo os seus, tampou-a e saiu com ela, seguida pelos alunos, para o pátio do colégio. Escolheu um canto afastado e ali começara a cavar. Iam enterrar seus “não consigo”! Quando a escavação terminou, a caixa de “não consigo” foi depositada no fundo e rapidamente coberta com terra. Todas as crianças de dez e onze anos permaneceram de pé, em torno da sepultura recém escavada. A professora, então, falou: – Estamos hoje aqui reunidos para honrar a memória do “não consigo”. Enquanto esteve conosco, tocou a nossa vida e de muitas outras pessoas. Seu nome infelizmente foi mencionado em todos os lugares e agora providenciamos um local para o seu descanso final. Que “não consigo” possa descansar em paz e que todos os presentes possam retomar suas vidas e ir em frente na sua ausência. Os alunos jamais esqueceram a lição. A actividade era simbólica: uma metáfora da vida. O “não consigo” estava enterrado para sempre. Logo após, a professora encaminhou os alunos de volta à sala e promoveu uma festa. Depois, como parte do ensinamento, pegou uma cartolina e escreveu as palavras “não consigo” no topo, “descanse em paz” no centro, e a data embaixo.


Esta cartolina ficou exposta na sala de aula durante o resto do ano. Nas raras ocasiões em que um aluno esquecia e dizia “não consigo”, a professora simplesmente apontava o cartaz “descanse em paz”. O aluno então se lembrava que “não consigo” estava morto e reformulava a frase.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Famílias Eternas #3 - 10 Frases que os PAIS NÃO podem dizer aos FILHOS

http://uptolisbonkids.com/2014/10/22/carta-aos-pais-sobre-a-raiva-dos-filhos/

CARTA AOS PAIS SOBRE A RAIVA DOS FILHOS

"Às vezes não sabemos como havemos de lidar com a nossa filha… basta dizermos um “não” e começa a insultar-nos, aos berros! No outro dia ficámos preocupados porque quando lhe dissemos que não podia ver a telenovela e tinha que ir dormir desatou aos pontapés e murros nos móveis… ela é muito agressiva…»
Pai e Mãe, três coisas que eu vos quero dizer sobre os meus acessos de raiva:
Ao contrário do que vocês possam pensar, aqueles momentos em que eu me enervo e grito convosco, em que eu me passo e vos chamo nomes, ou em que eu começo aos murros e pontapés quando vocês não me dão qualquer coisa que eu queria muito naquele momento, não são culpa vossa.
Também não são culpa minha.
Na realidade não são culpa de ninguém até porque a culpa é um nome que só traz infelicidade porque serve para castigar ou para poder explicar qualquer coisa que não controlamos. Quando nós não controlamos qualquer coisa sentimos que estamos a falhar.
Pelo menos é isto que eu sinto. Vocês sentiram isso quando tinham a minha idade?
  • A primeira coisa que vos queria dizer é que quando isso acontece não tem a ver com qualquer coisa que eu sou. Eu não sou uma criança má, agressiva ou violenta. Não sou nada disso porque não tem a ver com o “ser” mas com o “estar”. Nesses momentos eu estou aflita, sinto-me perdida e não consigo controlar a minha energia. É quase como se o meu corpo me sugerisse que a frustração é um lugar muito perigoso, uma espécie de poço sem fundo porque não sei lidar com as emoções negativas. Não tenho de mim uma ideia segura.
O problema não é vocês não me darem o que eu quero. O problema é que a frustração que eu sinto nessas alturas é um poço sem fundo, uma espécie de uma picada forte num músculo que não sabe suportar, só sabe reagir.
  • A segunda coisa que eu vos queria dizer é que, a primeira coisa a fazer nesses momentos é ajudar-me a lidar com essa energia.
Há várias coisas que vocês podem fazer comigo que me ajudam a ter a sensação que não vou cair num poço sem fundo.
Podem, por exemplo abraçar-me com força enquanto me dizem, com voz calma e decidida que é temporário, já vai passar. Quando eu sei que vai passar, passa mais rápido. Se por acaso não vos apetecer abraçar-me, porque também estão zangados ou frustrados com qualquer coisa, ajudem-me a soltar a energia cá para fora, sem que isso me faça mal.
Podem fazer uma corrida comigo, fazer um concurso de saltos no mesmo lugar para ver quem dá mais em menos tempo, ou até mesmo fazer o braço de ferro comigo para ver quem ganha.
Garanto-vos que, mais tarde ou mais cedo vamos estar a olhar uns para os outros a sorrir de alívio, por termos sabido “não entrar no poço”!
  • A terceira coisa, talvez aquela que é mais importante para o meu futuro, é que vocês me ensinem qualquer coisa acerca da raiva ou da frustração.
Ensinem-me a identificá-las, saber quando vêm e de que forma. Podemos arranjar uma palavra ou um código que vocês me dizem quando sentem que eu estou a ter aquela energia e colocamos em prática os exercícios que já vos expliquei. Assim eu depois também posso dizer-vos a palavra quando precisar de ajuda para lidar com a raiva ou com a frustração. Para isso talvez seja melhor vocês lembrarem-se dos momentos em que se sentiram zangados ou frustrados e pensarem como reagiram. Se calhar sentiram, como eu, que ficaram mais frustrados quando não vos compreendiam nem faziam um esforço para vos compreender, ou quando vos diziam que não simplesmente “porque não!”.
Pois deixem-me que vos explique uma coisa muito importante: para que uma criança fique descansada com um simples “porque não!” é necessário existirem três aspetos fundamentais na relação com os pais, que eu chamo os 3 “Cês”: confiança, coerência e a clareza. Passo a explicar:
  1. Confiança – Para poder aceitar uma regra eu preciso de confiar em vocês, que vocês não me vão abandonar se eu desrespeitar a regra, porque ainda estou a aprender e esta coisa da aprendizagem ainda demora uns aninhos. Para isso eu preciso que vocês me apoiem e incentivem, que me digam “tu vais conseguir suportar essa dor porque és um herói e nós estamos cá contigo, mesmo se falhares”.
  2. Coerência – Para poder respeitar uma regra eu preciso de sentir que vocês a aplicam sempre da mesma forma. Por exemplo, não me podem dizer que “eu não posso jogar computador” e depois eu reparo que a regra existe quando vocês estão zangados e deixa de existir quando vocês estão contentes. Prefiro que me digam uma hora para jogar computador e que sejam fortes a cumpri-la, independentemente do vosso estado de humor. É que senão, ninguém acredita em vocês!…
  3. Clareza – Para poder perceber uma regra eu preciso de saber as razões da aplicação da mesma e isso acontece se eu perceber que a regra me vai ajudar a satisfazer, mais tarde ou mais cedo, uma necessidade minha. Não me digam que o facto de eu cumprir a regra serve para vos deixar feliz, porque aí eu vou pensar que a regra contribui mais do que eu próprio para a vossa felicidade, e isso pode doer.
Espero, por fim, que não se zanguem por vos dizer estas coisas, mas há momentos em que os filhos também podem explicar algumas coisas aos pais. Para que os pais os entendam e possam desempenhar melhor o seu papel. A ideia não é eliminar as zangas das nossas vidas, até porque é muitas vezes zangados que conseguimos mostrar mais claramente as nossas necessidades.
A ideia é que a zanga deixe de ser um problema e passe a ser uma solução. Para sermos uma família brutal, claro!
Amo-vos muito
Filh@
Por Francisco Gonçalves Ferreira, presidente da Casa Estrela do Mar
para Up To Lisbon Kids®

http://amaeequesabeblog.blogspot.pt/2015/01/o-pai-perfeito.html?m=1

O pai perfeito
Desde a infância que sonhamos com o "foram felizes para sempre" e presumo que a maioria de nós queira mais do que um sorrisopepsodent e uma conta recheada num homem. Procuramos o homem perfeito: o melhor namorado, marido e, se não for pedir muito, o melhor pai para os nossos filhos. 
Queremos o príncipe encantado, bonito, musculado e detentor de uma espada, mas isso só não chega e acabamos por preferir que seja um Shrek: trapalhão, mas um bom pai de família. 
  

Segue-se uma pequena lista que condensa o que queremos num pai (dos nossos filhos):

1) alguém que não tenha medo de por as mãos no cocó 
Mudar a fralda é das coisas mais fáceis do mundo. Se eles vos dizem que não têm jeito (desculpa a ver se pega) façam-nos treinar num nenuco. Se é difícil no início, esperem para ver quando eles se tornam nuns leões indomáveis ou até mesmo quando começam a comer peixe na sopa (mola no nariz).

2) alguém que os adormeça 
Contar uma história (mesmo que as personagens tenham nomes como Lisandro López, Artur e Ola John), fazer quilómetros a balançá-los no colo, dar-lhes festinhas e aconchegar na caminha é coisa de pai, tanto quanto de mãe. Isso e quando os filhos acordam a meio da noite, essa não é tarefa exclusiva da mãe, espertinhos!

3) alguém que lhes dê colo 
"Está a chorar" é a frase que não queremos ouvir. Até porque não somos surdas. O pai da criança tem de saber levantar o rabinho do sofá e ir confortá-la, mimá-la e acalmá-la.


4) alguém que lhes dê banho
Tirando as primeiras vezes em que eles são tão pequeninos que por pouco não escapam por entre os nossos dedos, não há nada que saber - o pai da Isabel teve de lhe dar banho logo no primeiro dia que até andou de lado. Remédio santo.

5) alguém que lhes dê a papa 
Tirando os 6 primeiros meses de amamentação exclusiva, os pais não se devem acanhar na hora da papa. Têm tanto jeito como nós para cantar, fazer aviões ou até mesmo fazer o pino para eles comerem.

6) alguém que faça sopa 
Mesmo que vos perguntem 10 vezes o que leva a sopa, repitam 10 vezes, encorajem-nos, digam-lhes que se safam muito bem. Os tempos do homem que se sentava à mesa e era o primeiro a ser servido pertencem, e ainda bem, ao passado.

7) alguém que os vista 
Mesmo que conjuguem riscas com bolas, rosa com vermelho ou que ponham um bolero por cima de um pullover, a iniciativa deve ser elogiada. Eles vão lá. Ou não, mas não faz mal, até tem graça.

8) alguém que tenha paciência
Paciência é palavra de ordem. Paciência para os filhos e para as mães, mas ai deles se nos dizem alguma coisinha. "Estás impossível" é coisa para verem os nossos dentes cerrados nos próximos séculos e terem direito a cartão vermelho. Querido, não sei se reparaste mas acordei às 06h30, fui trabalhar, fui buscá-la, dei-lhe banho, ela fez birra, pu-la a dormir, limpei a casa toda, fiz o jantar, estendi a roupa, ela acordou, perdi o apetite e tu chegaste só agora. Parece impossível, mas estou impossível, estou. 

9) alguém que seja um exemplo
Não é novidade que os filhos são esponjas e um reflexo do que veem. A forma como se trata os outros e como se lida com os problemas, o amor e o carinho que se transmitem, a humildade, o exemplo de esforço e dedicação: tudo isso está sob o  olhar deles.

10) alguém que não cumpra estes 9 requisitos, mas que se esforce para tal
Ninguém é perfeito, por isso não há pais perfeitos: até o Shrek é feio e porco. Mas há uma enorme diferença entre tentar e estar-se a marimbar. Um pai perfeito é um pai imperfeito que quer ser o mais perfeito possível.